Um dia quente de chuva

O dia amanheceu nublado, mas parecia que a chuva não estava tão longe. Acordei com uma vontade louca de sexo, mas não com qualquer uma, deveria ser com ela, a garota que é tão depravada quando eu, minha deliciosa meretriz.

Fui trabalhar, mas estava com ela na cabeça. Fiquei relembrando alguns casos que tivemos e isso foi me deixando cada vez mais louco para encontrá-la (Talvez um dia escreva sobre esses outros casos). As horas passavam e ficava me perguntando se ligaria pra ela no almoço ou mais tarde. Até que eu não agüentei, sai do meu trabalho, peguei o carro e fui até onde ela trabalhava.

Chegando lá, fui recebido pelo porteiro do prédio, informei onde estava indo e este deixou entrar (o que é ridículo, pois ele simplesmente confiou em mim), já sabia qual era o andar e a sala em que ela trabalhava e fui seguindo. Cheguei lá, bati na porta, foi ela quem me recebeu. Estava vestida com uma calça jeans, e usava uma blusa de frio cinza, o cabelo estava preso por um rabo de cavalo, seus olhos negros como os cabelos brilhavam como sempre foi e um sorriso maravilhoso me fez ficar com ainda mais tesão.

Ela com uma expressão de surpresa e uma alegria, quis saber o que estava fazendo lá. Dei-lhe bom dia e disse próximo do ouvido dela “Acordei com uma vontade louca de foder com você.”. Ela se arrepiou um pouco, me olhou novamente. Essa garota sempre foi divinamente linda, deliciosamente gostosa com sua pequena altura e seu corpo extremamente perfeito, que mulher!

Entramos no escritório, sua companheira estava na sala. Uma moça com seus trinta e poucos anos, mas com um corpo invejável, muito gostosa. Sorri para ela e dei bom dia, ela fez o mesmo. Minha amiga informou a ela que teria que sair para resolver um problema pessoal, eu olhei e confirmei, com um semblante um pouco sério, e assim fomos.

Saímos da sala, demos alguns passos até o elevador calados, havia algo no ar, algo semelhante à tensão superficial e se ela fosse rompida nos comeríamos ali mesmo. Seu jeito de andar, sua forma de me olhar, essa garota era uma safada nata, nasceu para me dar prazer e eu a ela. O elevador demorou um pouco até que chegou, sei que não havia comentado e podem dizer que a coincidência é providencial, mas não havia ascensorista nem câmera de segurança, como havia dito, parece que eles confiam em quem entra no prédio e adivinhem, ele estava vazio. Entramos no elevador, do sexto andar até o térreo demoraria talvez um minuto se parássemos em algum outro andar, continuamos calados, apertei o botão do térreo, o elevador começou a se movimentar, olhei para ela e ela me olhou de volta, não precisávamos conversar para nos entender, bastava apenas um olhar. Eu apertei o botão vermelho.

O beijo era delicioso e longo (Eu também não sei o que aconteceu entre o parágrafo anterior e esse); suas mãos deslizavam por minhas costas com voracidade, me arranhando como uma leoa, eu estava livrando-a daquela blusa de frio que escondia tão belas formas. Ao tirar sua blusa de frio, pude ver que ela estava com uma blusa branca e fina por baixo, com um decote que valorizavam seus apetitosos seios, usava um sutiã branco que eu estava prestes a tirar.

Parecíamos dois depravados, sedentos pelo corpo um do outro, ela arrancava minha roupa enquanto eu arrancava a dela, ela me beijava loucamente enquanto eu deslizava minhas mãos por sua bunda e a apertava vigorosamente e a cada vez que isso acontecia, ela suspirava forte e seus beijos ficavam ainda mais sedentos; éramos dois animais no cio. Desabotoei sua calça com uma velocidade inexplicável, a arranquei de um só puxão, deixando aquela calçinha branquinha com um lindo desenho de ursinho à mostra, ao mesmo tempo ela desabotoava minha calça com uma das mãos, enquanto a outra percorria minhas costas. Que desejo! Meu pau já estava duro antes mesmo de encontrá-la, quando ela puxou minha cueca pra baixo ele pulou de uma só vez, ela se ajoelhou e começou a chupá-lo como se fosse o doce mais raro e efêmero do mundo. Enfiou ele de uma só vez em sua boca, e ficava brincando com sua língua, me chupou e chupou, com a experiência de uma rameira, me fazendo arrepiar de desejo. Até que eu a arranquei do seu brinquedo, a deitei no chão, coloquei minha mão em sua calçinha que estava totalmente molhada e com o cheiro do sexo que exalávamos, puxei-a para fora de suas pernas, e que pernas deliciosas; arreganhei aquelas coxas deixando à mostra tudo que ela tinha a me oferecer, ela me puxou com suas pernas e as prendeu em minhas costas e disse “Me come agora!”.

Me aproximei mais, até que meu pau encosta-se nela, podia sentir seu desejo, sua vontade, ela queria ser comida naquele instante. Apertou mais as pernas em volta das minhas costas e meu pau deslizou pra dentro dela de uma só vez. Que delicioso, seu calor, seu cheiro, seu gosto, sua respiração ofegante, seus gemidos de prazer e ela dizendo “mais, mais, mais”. Enfiei várias e várias vezes dentro dela e a safada gemia cada vez mais alto querendo mais e mais, essa cachorra louca por sexo. Assim gostávamos, muita safadeza, muita putaria, muito sexo. Enquanto a comia estava com a boca em seus seios, chupando-os com vontade de arrancá-los, tão deliciosos que eram. Comecei a beijar-lhe o pescoço, o rosto, os lábios e a beijava deliciosamente enquanto metíamos. Parei derrepente, mandei que tirasse as pernas, sai de cima dela, a peguei pela cintura e fiz com que levantasse, a coloquei de quatro, deixando aquela bunda empinada de frente pra mim. Enfiei meu pau novamente nela e voltei a comê-la vorazmente, enfiando várias e várias vezes meu pau dentro de sua buçetinha apertadinha e molhada. Coloquei meu dedo indicador perto do meu pau para lubrificá-lo e fui enfiando lentamente dentro de seu cuzinho lindo, ela gemeu tão gostoso e gozou imediatamente. Comecei a comê-la com meu pau e meu dedo, cada vez mais rápido, até que arranquei meu pau de dentro dela e enfiei lentamente dentro do seu cuzinho, que palpitava desesperadamente. Ela gemia e gemia enquanto eu puxava seu rabo de cavalo e lhe dizia “Geme, safada!”. Gozou uma, duas, três vezes enquanto eu a comia, que cena deliciosa era essa, ela toda minha. Depois de ouvi-la dar um gemido alucinante, gozei dentro dela e ela gozou novamente junto comigo. Que fodida deliciosa, que mulher fogosa, uma verdadeira cortesã, minha cortesã, uma rainha do sexo, uma égua no cio.

Pegamos nossas roupas, nos vestimos rapidamente, felizmente havia um espelho no elevador. Apertei uns botões, até que o elevador voltou a descer. Mais uma vez sérios e sem conversar muito um com o outro, cumprimentamos o porteiro e saímos.

Esse dia não acaba aí, mas cada caso é um caso e cada vez é única. Devemos nos deleitar demoradamente com cada uma delas.

O prólogo...

Esse blog surgiu da idéia que tive de começar a exercitar a imaginação na escrita, pelos menos dizem que possuo tal coisa. Minha bacante me incentivou bastante, me excitando e fazendo minha imaginação fluir, divagando em tudo que poderia fazer com seu corpo. Creio que está explicado a razão deste blog existir...
Como ja diz o título, tenho a intenção de falar de sexo aqui, colocar contos eroticos de minha autoria, ou de qualquer um que eu leia e goste. Mas ainda assim existem outras coisas há serem ditas, então, quando for interessante, colocarei outros assuntos por aqui...
Deixo aqui uma homenagem à señorita que tanto me excita...

Tuas pernas vou saborear, teus lábios irei beijar.
Teu cheiro irá me ludibriar, teu gosto me fará delirar.
Teu corpo irei penetrar, teu ventre irei semear.
Juntos iremos gozar, até a exaustão nos tomar.

Baco saúda vocês.
Gozem muito, gozem sempre.